quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Relendo antigos poemas...

Cheio de nada.

Estive pensando no poema perfeito

Onde as rimas teriam a naturalidade de um rio

Completo por si só

Estive pensando em palavras mais claras

Onde a informação se mantém mesmo metáfora

Queria completar esse texto

Mas é só um desabafo

Queria entender meu contexto

Do que buscou ou faço

As palavras muitas vezes repetidas

Me perceguem em minha vida

Ou seria coisa de imaginação?

Tenho medo de perder a rima

E sair das estrofes

Me pergunto por que passa o tempo

É como se fosse assim varrido

Pelo vento

Palavras ao vento

E eu me relembro de coisas já escritas

Em outros tempos em minha vida

Me penso em recordar momento

De poemas antigos que não quis apagar

Eu quero é encontrar do tempo

Aquilo que em mim eu puder sonhar

Assim como poemas perfeitos

Seria ele cheio de estrofes e rimas...

Seria cheio de palavras bonitas...

Diria tudo sem mais alongar-se;

E assim como música poderia escutar-se;

Melodias em palavras, completas;

Seria assim este poema;

Tão cheio com a imensidão do nada.

Um comentário:

  1. de novo
    nada q disser pra tentar falar o qto eh belo...
    nao vou conseguir...
    nao tenho essa habilidade
    talento...
    posso adimirar...
    pq
    eh mto... mto...
    q palavra usar pra falar ?

    ResponderExcluir